Cadastrar ou atualizar
Cria e atualiza tanto a equipe de cuidado quanto o vínculo de um paciente com ela. A presença de subject é o que escolhe entre os dois: sem subject a escrita é a equipe, com subject é o vínculo. O registro é reconhecido pelo identifier; sem nenhum que case, a chamada cria um registro novo.
Authentication
Request
Quem compõe a equipe. A chave tem de estar presente nas duas formas do recurso — uma lista vazia é aceita e produz uma equipe sem profissionais. Na equipe, um item por profissional, cada um com member.type igual a Practitioner e ao menos um role. No vínculo do paciente, um único item, com member.type igual a CareTeam para apontar uma equipe existente ou Practitioner para compor a equipe pelos profissionais.
Só resposta: o identificador Nilo FHIR do recurso.
As suas chaves para este recurso. Não é exigido pela validação, mas sem ele cada POST cria um registro novo e não há como atualizar o que foi criado. Use chaves distintas para a equipe e para o vínculo do paciente — são dois recursos, e um identificador repetido faz a escrita alcançar o registro errado. A resposta traz, ao lado da sua, a chave Nilo do registro correspondente.
A unidade de cuidado a que a equipe pertence. Só o primeiro item é lido. Omitida, a unidade padrão da sua implantação é usada. Não é alterável depois da criação: numa atualização ela serve apenas para validar os participantes, e a unidade da equipe continua a que foi gravada.
Só resposta: metadados da gravação no store.
Nome da equipe, como a equipe o vê. Na criação, omitido, a plataforma gera um nome aleatório de dez caracteres — informe um. Numa atualização, omitido, o nome atual é preservado. No vínculo composto por profissionais ele renomeia a equipe reaproveitada, e não só a equipe criada; a leitura devolve sempre o nome da equipe vinculada.
Vigência do vínculo entre o paciente e a equipe. Só no vínculo — a equipe de cuidado não tem vigência e a leitura dela não traz este campo. Omitido, o status decide: active começa o vínculo agora e inactive o encerra agora. O period enviado tem de ser coerente com o status.
No vínculo do paciente, é a instrução da escrita — active atribui a equipe, inactive encerra o vínculo — e, na leitura, é derivado de period. Na equipe de cuidado o campo não tem efeito: a leitura devolve sempre active.
O paciente do vínculo, por um identificador dele. É este campo que escolhe a forma do recurso: presente, a escrita é um vínculo paciente↔equipe; ausente, é a equipe de cuidado. O paciente tem de pertencer à mesma unidade de cuidado da equipe.
Response
Operação bem sucedida.
Quem compõe a equipe. A chave tem de estar presente nas duas formas do recurso — uma lista vazia é aceita e produz uma equipe sem profissionais. Na equipe, um item por profissional, cada um com member.type igual a Practitioner e ao menos um role. No vínculo do paciente, um único item, com member.type igual a CareTeam para apontar uma equipe existente ou Practitioner para compor a equipe pelos profissionais.
Só resposta: o identificador Nilo FHIR do recurso.
As suas chaves para este recurso. Não é exigido pela validação, mas sem ele cada POST cria um registro novo e não há como atualizar o que foi criado. Use chaves distintas para a equipe e para o vínculo do paciente — são dois recursos, e um identificador repetido faz a escrita alcançar o registro errado. A resposta traz, ao lado da sua, a chave Nilo do registro correspondente.
A unidade de cuidado a que a equipe pertence. Só o primeiro item é lido. Omitida, a unidade padrão da sua implantação é usada. Não é alterável depois da criação: numa atualização ela serve apenas para validar os participantes, e a unidade da equipe continua a que foi gravada.
Só resposta: metadados da gravação no store.
Nome da equipe, como a equipe o vê. Na criação, omitido, a plataforma gera um nome aleatório de dez caracteres — informe um. Numa atualização, omitido, o nome atual é preservado. No vínculo composto por profissionais ele renomeia a equipe reaproveitada, e não só a equipe criada; a leitura devolve sempre o nome da equipe vinculada.
Vigência do vínculo entre o paciente e a equipe. Só no vínculo — a equipe de cuidado não tem vigência e a leitura dela não traz este campo. Omitido, o status decide: active começa o vínculo agora e inactive o encerra agora. O period enviado tem de ser coerente com o status.
No vínculo do paciente, é a instrução da escrita — active atribui a equipe, inactive encerra o vínculo — e, na leitura, é derivado de period. Na equipe de cuidado o campo não tem efeito: a leitura devolve sempre active.
O paciente do vínculo, por um identificador dele. É este campo que escolhe a forma do recurso: presente, a escrita é um vínculo paciente↔equipe; ausente, é a equipe de cuidado. O paciente tem de pertencer à mesma unidade de cuidado da equipe.

