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Paciente a quem a condição pertence, por um identificador dele.
Momento em que a condição terminou. Lido apenas no evento clínico, onde vira o fim do período da condição e faz o clinicalStatus da leitura virar resolved.
Classificação da condição. O que a Nilo lê é um coding no system {host}/fhir/resources/CodeSystem/condition-category: o código event roteia a escrita para um evento clínico. Sem esse coding, a escrita grava um diagnóstico de atendimento. Nas leituras a Nilo devolve sempre dois coding — o do FHIR (encounter-diagnosis) e o da Nilo, que diz qual dos destinos gerou o recurso.
Situação clínica da condição. Só resposta: a Nilo a deriva do registro e ignora o valor enviado. Devolve resolved na condição encerrada e active na vigente.
O diagnóstico, pelo código de um dos catálogos aceitos em coding[0].system — CID-10, CIAP-2 ou NANDA. Obrigatório no diagnóstico de atendimento e no evento clínico; não é lido na conduta.
Atendimento a que a condição pertence, por um identificador dele. No diagnóstico de atendimento e na conduta é um atendimento do prontuário; no evento clínico tem de ser uma hospitalização ou um pronto atendimento.
Só resposta: o identificador Nilo FHIR do recurso.
Identificadores da condição. É por aqui que a escrita decide entre criar e atualizar.
Só resposta: metadados da gravação no store FHIR.
Anotações da condição. Na conduta é o próprio conteúdo da conduta e é obrigatório; no diagnóstico de atendimento é só resposta, e traz os comentários registrados na plataforma com o autor em authorReference.
Momento em que a condição começou. Lido apenas no evento clínico, onde vira o início do período da condição. Note que a leitura devolve esse início em recordedDate, não aqui.
Só resposta. O que ele traz depende do destino: no evento clínico é o início da condição, no diagnóstico de atendimento é a data do registro, sem hora, e na conduta é o instante em que a conduta foi criada, com hora.
Profissional que registrou a condição, por um identificador dele. Obrigatório no diagnóstico de atendimento e no evento clínico; não é lido na conduta.
Situação de verificação do diagnóstico. Na escrita o único valor com efeito é provisional, que roteia o recurso para uma conduta em vez de um diagnóstico — os outros são aceitos e não gravam nada. Nas leituras é derivado do registro.
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Recurso criado/atualizado com sucesso.
Paciente a quem a condição pertence, por um identificador dele.
Momento em que a condição terminou. Lido apenas no evento clínico, onde vira o fim do período da condição e faz o clinicalStatus da leitura virar resolved.
Classificação da condição. O que a Nilo lê é um coding no system {host}/fhir/resources/CodeSystem/condition-category: o código event roteia a escrita para um evento clínico. Sem esse coding, a escrita grava um diagnóstico de atendimento. Nas leituras a Nilo devolve sempre dois coding — o do FHIR (encounter-diagnosis) e o da Nilo, que diz qual dos destinos gerou o recurso.
Situação clínica da condição. Só resposta: a Nilo a deriva do registro e ignora o valor enviado. Devolve resolved na condição encerrada e active na vigente.
O diagnóstico, pelo código de um dos catálogos aceitos em coding[0].system — CID-10, CIAP-2 ou NANDA. Obrigatório no diagnóstico de atendimento e no evento clínico; não é lido na conduta.
Atendimento a que a condição pertence, por um identificador dele. No diagnóstico de atendimento e na conduta é um atendimento do prontuário; no evento clínico tem de ser uma hospitalização ou um pronto atendimento.
Só resposta: o identificador Nilo FHIR do recurso.
Identificadores da condição. É por aqui que a escrita decide entre criar e atualizar.
Só resposta: metadados da gravação no store FHIR.
Anotações da condição. Na conduta é o próprio conteúdo da conduta e é obrigatório; no diagnóstico de atendimento é só resposta, e traz os comentários registrados na plataforma com o autor em authorReference.
Momento em que a condição começou. Lido apenas no evento clínico, onde vira o início do período da condição. Note que a leitura devolve esse início em recordedDate, não aqui.
Só resposta. O que ele traz depende do destino: no evento clínico é o início da condição, no diagnóstico de atendimento é a data do registro, sem hora, e na conduta é o instante em que a conduta foi criada, com hora.
Profissional que registrou a condição, por um identificador dele. Obrigatório no diagnóstico de atendimento e no evento clínico; não é lido na conduta.
Situação de verificação do diagnóstico. Na escrita o único valor com efeito é provisional, que roteia o recurso para uma conduta em vez de um diagnóstico — os outros são aceitos e não gravam nada. Nas leituras é derivado do registro.

